Nos siga nas redes sociais

Brasil

Sobe para 18 o número de mortos em acidente com ônibus na BR-381

Redação PortalPE10

Publicado

Quem são os mortos e sobreviventes em tragédia com ônibus de Alagoas em MG

Subiu para 18 o número de mortos no acidente envolvendo um ônibus da empresa Loca Lima que transportava diversos alagoanos para o Estado de São Paulo. O acidente aconteceu na BR-381 em João Monlevade no Estado de Minas Gerais, algumas das vítimas já estão sendo identificadas.

As informações obtidas pela reportagem do site local Italotimoteo dão conta que três pessoas da Serra do Cavalo, município de Água Branca morreram no acidente, são elas: Cristina, Marcondes e Amanda.

Outras duas pessoas também foram identificadas são elas Caio Lucas e Clemilton Santos do Nascimento, esse último a família não obteve informações dele e acreditam que ele esteja entre os mortos.

Acidente de ônibus em Minas — Foto: JN

Sobreviveram: Vitória Cardozo, Eliane Guerra, Luana Costa, Cristiano, Carlos de Noé de Quinca, Anderson (Delmiro Gouveia) e Rodrigo (Água Branca), as outras ainda não foram identificadas.

As Prefeituras de Água Branca e Mata Grande através de seus prefeitos se manifestaram e decretaram luto de três dias, elas também se colocaram à disposição para ajudar as famílias das vítimas no acidente.

O governador do Estado de Alagoas também decretou luto de três dias no estado.

VÍTIMAS CONDUZIDAS PARA O HOSPITAL MARGARIDA DE JOÃO MONLEVADE
01 Daiane Santos Silva
02 Heloisa Sofia Nascimento Silva, (2 anos)
03 Daniel Oliveira da Silva
04 Vitória Juscelia Oliveira Batalha, Transferida Hospital João XXIII
05 Samuel Oliveira Batalha
06 Vanessa Oliveira Silva Batalha
07 Joyce de Oliveira
08 Elânio da Silva Batalha, Transferido Hospital João XXIII
09 Pedro Antônio Silva
10 Josefa Maria da Silva
11 Cícero Pedro
12 Jaílma do Nascimento
13 Pablo Nascimento Vieira, Transferida Hospital João XXIII
14 Solange P. Silva Barbosa
15 Vitória Cardoso
16 Tarsiano Campos e Santos
17 Anderson Soares de Oliveira
18 Luana Costa Silva
19 Luísa
20 Rodrigo José da Silva
21 Denise Rui Santos
22 Carlos Pereira
23 Cícera Eliane Cavalcante Guerra

VITIMAS QUE FORAM A ÓBITO NO HOSPITAL
01 Cícero Jeferson Andrade da Silva
02 Clemilton Santos Nascimento
03 Cícero Oliveira Lima
04 Caio Lucas Santos
05 Elias Vieira Batalha

ÓBITOS NO LOCAL
1. Maria Silma da silva Batalha
2. Denise Maria do Nascimento
3. José Ricardo da Silva
4. José Roberto Santos da Silva
5. Lázaro Santos Barbosa
6. Marcondes Teixeira lima
7. Manoel José da Silva
8. Joelson Queiroz dos Santos
9. Não Identificado
10. Não Identificado
11. Não Identificado
12. Não Identificado
13. Não Identificado

DEMAIS PASSAGEIROS (NÃO TIVERAM FERIMENTOS)
1. Cristiano Vieira Batalha
2. Franco Oliveira da Silva
3. Cícero Neto Lima Dos Santos

Publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Governo Bolsonaro gastou mais de R$ 15 milhões com leite condensado em 2020

Dados mostram que o Executivo gastou R$ 1,8 bilhão com compras de supermercado no último ano.

Redação PortalPE10

Publicado

Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Agência Reuters)

Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Agência Reuters)

Com base no Painel de Compras, do Ministério da Economia, o Governo Bolsonaro gastou R$ 15.641.777,49 com compras de leite condensado em 2020. Os dados foram divulgados pelo portal Metrópoles no último domingo (25).

Em 2019, os gastos com leite condensado foram ainda maiores: R$ 26 milhões. Ainda de acordo com o levantamento, o Executivo Federal gastou aproximados R$ 1,8 bilhão em compras de supermercado no último ano, o que representa um aumento de 20%.

Outros gastos

Os dados levantados mostram ainda que gastos com outros itens também chamam a atenção. Foram gastos R$ 16,5 milhões em batata frita embalada, R$ 13,4 milhões em barrinhas de cereal, R$ 12,4 milhões em ervilha em conserva, R$ 21,4 milhões em iogurte natural. O Governo gastou ainda R$ 2.203.681 com goma de mascar.

Continuar Lendo

Brasil

Governo Federal aprova auxílio emergencial para 196 mil pessoas

Redação PortalPE10

Publicado

(Foto: Reprodução/PortalPE10)

O governo federal vai pagar, na próxima quinta-feira (28), mais de R$ 248 milhões de auxílio emergencial para 196 mil pessoas. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União, após análise das contestações e revisões decorrentes de atualizações de dados governamentais.

O grupo de beneficiários inclui cerca de 191 mil pessoas que contestaram a suspensão do benefício no site da Dataprev, entre 7 e 16 de novembro e entre 13 e 31 de dezembro de 2020, além de 5 mil pessoas que tiveram os pagamentos reavaliados em janeiro de 2021. Elas receberão de uma só vez todas as parcelas a que têm direito.

De acordo com o ministério, entre as 196 mil pessoas, há 8,3 mil que receberão a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Outras 40,9 mil pessoas receberão as três últimas parcelas. Uma terceira faixa, de quase 68,1 mil cidadãos, receberá a quarta e a quinta parcelas. Por último, 78,3 mil vão embolsar somente a quinta parcela.

Os recursos serão depositados na poupança social digital da Caixa e já estarão disponíveis no dia 28, tanto para movimentação por meio do aplicativo Caixa Tem, quanto para saques e transferências para outros bancos.

Compras pela internet
Com o Caixa Tem é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas, e transferir os recursos sem o pagamento de tarifas.Para o saque em espécie, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”.

Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. Esse código deve ser utilizado para a retirada do dinheiro, que pode ser feita nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.

Continuar Lendo

Brasil

Mesmo com vacina, máscaras e isolamento são essenciais

Redação PortalPE10

Publicado

Centro de Palmares na Mata Sul Foto: Arquivo PortalPE10

O início da vacinação no Brasil e em outros países não significa que as pessoas devem retomar uma rotina semelhante à de antes da pandemia. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já indicou que a imunização de rebanho pela vacinação não deverá ser atingida em 2021. A declaração foi feita este mês pela dra. Soumya Swaminathan, da OMS.

“Mesmo que as vacinas comecem a proteger os mais vulneráveis, não atingiremos nenhum nível de imunidade na população ou imunidade de rebanho em 2021. Mesmo que aconteça em alguns países, não vai proteger as pessoas ao redor do mundo”, disse ela, em entrevista coletiva, no dia 11 de janeiro.

Soumya elogiou o esforço dos cientistas na produção de não apenas uma, mas várias vacinas contra a Covid-19, algo que, na sua opinião, era impensado há um ano. Ela acrescentou que as medidas de contenção da pandemia devem continuar sendo praticadas até o fim deste ano, “pelo menos”.

Esse raciocínio é acompanhado por especialistas aqui no Brasil. Segundo eles, a população não pode relaxar porque a vacinação começou. “Quando observamos nossa realidade no Brasil e as dificuldades que estamos tendo, a gente realmente passa a pensar que isso [o fim da pandemia] vai ser talvez em 2022 e olhe lá”, disse a médica infectologista e professora de medicina Joana D’arc Gonçalves. “A gente está vendo a guerra que é com essas poucas doses disponíveis no Brasil e nem temos a perspectiva de ter mais doses, por causa de todos esses conflitos, as dificuldades internacionais”, acrescentou.

Ela lembra que as vacinas apresentam particularidades que, de uma forma ou de outra, são entraves para sua distribuição. Seja uma necessidade de armazenamento em temperaturas muito baixas, seja a dificuldade de produção de insumos aqui no país. A médica recomenda que a população não veja a chegada da vacina como algo muito próximo e mantenha os cuidados tomados em 2020.

“A gente teve uma gota de esperança neste oceano de problemas. Temos que segurar a nossa onda, saber que o insumo existe, mas que precisaremos de um pouco mais de paciência. Não é tão fácil produzir rapidamente [uma vacina]”.

Vacinados e com máscara

(Foto: Reprodução/PortalPE10)

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha, a imunização de rebanho só deverá ser alcançada se o mínimo de 60% da população estiver vacinada. Mas ele destaca que, mesmo que o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS) seja sólido e consigamos vacinar parte da população brasileira até o fim do ano, o vírus ainda estará em circulação. E faz um alerta: mesmo os vacinados devem continuar adotando isolamento social, álcool em gel e máscara.

“Nenhuma vacina é 100% eficaz. Com a vacina, a pessoa tem uma chance muito grande de se proteger das formas moderadas e graves, mas não elimina a possibilidade de contrair a doença. Estando com a doença, ela vai transmitir para outros. Não dá para correr esse risco”.

Existe ainda o componente social dessa medida. Se todas as pessoas vacinadas pararem de usar máscara, isso pode, na visão de Cunha, desmobilizar a população como um todo para o uso dessa barreira contra a Covid-19. Veremos mais pessoas sem máscara, estimuladas pelos vacinados. “E como as pessoas vão saber se aquela pessoa já foi vacinada?”, questiona.

Além disso, mesmo que parte da população do país se vacine ainda este ano, existirão “bolsões de vulneráveis”. São comunidades, bairros ou grupos de pessoas com poucos ou nenhum vacinado, onde haverá circulação do vírus. Esse conceito pode ser reproduzido em escala mundial. Afinal, em um cenário onde ainda há pouca vacina disponível, os países que saem na frente são os que têm mais dinheiro para comprá-las mas, em algum momento, os demais entrarão na partilha.

“Para termos uma proteção coletiva, precisamos ter ótimas coberturas vacinais em todos os países. Isso vai levar um tempo porque os países mais pobres terão que receber muitas vacinas no momento em que elas começarem a ser distribuídas para eles. Essas vacinas vão demorar ainda mais, provavelmente começam a ser distribuídas no segundo semestre”, analisou o presidente da SBIm.

Cunha reiterou a importância dessas medidas “não farmacológicas”, como uso de máscara, distanciamento social e higienização constante das mãos. Medidas simples, mas eficientes, no combate ao novo coronavírus. “São as únicas medidas que temos até agora que demonstram que diminuem a doença, a hospitalização e a morte. Independentemente de começarmos a vacinar, de vacinar um percentual grande da população, vamos ter que continuar com essas medidas por muito tempo”.

Imunização de Rebanho

Centro de Palmares. – (Foto: Reprodução/PortalPE10)

Especialistas estimam que para tirar um vírus de circulação, é necessário ter em torno de 60% a 70% de pessoas vacinadas. “Depende da eficácia da vacina”, diz Joana D’arc. “Quanto maior a eficácia, pode-se até ter um número de imunizados menor que 70%”. Por meio da vacinação em massa, o Brasil já conseguiu imunizar sua população contra uma série de doenças perigosas.

Varíola, sarampo, rubéola, caxumba e meningite são alguns dos casos. A poliomielite, que ainda tem surtos em vários países, foi controlada no Brasil. No passado, inúmeras crianças morreram de catapora, hoje controlada. “Teve país que erradicou o câncer de colo de útero só por meio da vacina contra o HPV”, destacou a infectologista.

Continuar Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2013 - 2020 PortalPE10. Todos os direitos reservados.