Nos siga nas redes sociais

Política

Ter chegado entre os três já é uma vitória para Campos

Diferentemente de 1989, ano em que se realizou a primeira eleição direta para presidente da República

Avatar

Publicado

Diferentemente de 1989, ano em que se realizou a primeira eleição direta para presidente da República após a superação do regime militar, em 2014 o cenário sinaliza que apenas três candidatos competitivos estarão no páreo: Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos. Em 89 as opções eram muitas e de muito boa qualidade: Ulysses Guimarães (PMDB), Mário Covas (PSDB), Leonel Brizola (PDT), Lula (PT), Aureliano Chaves (PFL), Guilherme Afif (PL), Roberto Freire (PCB) e Collor de Mello (PRN), que ganhou a eleição no segundo turno. Este ano, o eleitorado terá que se contentar com a atual presidente, com o tucano Aécio Neves e com o ex-governador Eduardo Campos, já que não passa pela cabeça de ninguém que o pastor Everaldo Pereira (PSC) será um candidato competitivo. E estar entre os três candidatos que de fato têm chance de ganhar a eleição já é uma vitória política do ex-governador de Pernambuco.

Ninguém acredita que o pastor Everaldo Pereira (PSC) será um candidato competitivo em 2014

As dissidências no PMDB 
Jarbas Vasconcelos já entrou em campo para tentar convencer quatro senadores peemedebistas a apoiar Eduardo Campos: Pedro Simon (RS), Ricardo Ferraço (ES), Luiz Henrique (SC) e Waldemir Moka (MS). O mais balançado é o gaúcho, cujo partido fez uma prévia para escolher o candidato a governador e nela saiu vitorioso o ex-prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori, que teve como opositor Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios.

Recepção – Primeiro suplente da bancada estadual do PSDB, o ex-prefeito Emanuel Bringel (Araripina) vai assumir o mandato por 120 dias em decorrência de um pedido de licença de Betinho Gomes para dedicar-se exclusivamente à sua campanha para a Câmara Federal. Bringel vai oferecer um café da manhã ao deputado no próximo dia 17 num sítio de sua propriedade.

Convite 
– Convidado por Eduardo Campos, o prefeito de Belo Jardim, João Mendonça (PSD), acompanhou-o nas visitas feitas aos Estados do Pará, Amazonas, Maranhão e Piauí.

Adiamento – O PP do deputado Eduardo da Fonte (PE) adiou para junho a escolha do seu candidato à Presidência da República. Vai, acredita-se, para onde o vento estiver soprando.

Confiança – Do senador Armando Monteiro (PTB) numa conversa informal com um deputado estadual da Frente Popular: “Eu ainda vou dar muito trabalho ao doutor Eduardo Campos!”

Timidez – Paulo Câmara ainda aparenta timidez nos contatos que está tendo com os líderes políticos do interior. Mas, dizem os seus marqueteiros, está no caminho certo. Geraldo Julio (PSB) também começou assim, mas logo aprendeu o caminho das pedras.

Problemão – Dos problemas que herdou do governo passado, o que exige mais cuidado por parte do governador João Lyra Neto é a mobilização da Polícia Militar por melhores salários. Uma eventual greve de policiais às vésperas da Copa do Mundo seria um desastre. 

Suicídio – O deputado Waldemar Borges (PSB), não descarta ter sido suicídio a morte do vereador de Pesqueira, Augusto Simões (PCdoB), anteontem, dia em que estava completando 34 anos de idade, após fazer uma ultrapassagem de risco quando viajava para Arcoverde. Há 1 ano e 8 meses ele perdera a esposa, Érika Torres, de 31 anos, também num acidente de carro. 

Orçamento – É contestável a versão da mídia de que a refinaria Abreu e Lima começou a ser construída com um orçamento de R$ 2 bilhões (2007), já consumiu R$ 18 bi e ainda não foi concluída. Aceita-se numa obra desse porte uma taxa de acréscimo de até 50%, mas nove vezes mais? A ser verdadeira esta versão, quem calculou o custo da obra deveria ser sumariamente demitido.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cotidiano

Joe Biden toma posse como 46º presidente dos Estados Unidos

Kamala Harris fez o juramento e é a nova vice-presidente do país

Redação PortalPE10

Publicado

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos – (Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP)

O democrata Joe Biden tomou posse, nesta quarta-feira (20), como 46º presidente dos Estados Unidos, em cerimônia marcada pela pandemia e ausência de seu antecessor Donald Trump, que deixou Washington poucas horas antes para a Flórida.

Biden, de 78 anos, prestou juramento às 11h50 (hora de Washington; 13h50 em Brasília) perante o presidente da Suprema Corte, John Roberts, em cerimônia solene diante do Capitólio.

O ato foi marcado pela pandemia e pelas fortes medidas de segurança após a tomada do prédio do Congresso no último dia 6 de janeiro.

“Hoje é um dia de história e esperança. Hoje é o dia dos Estados Unidos. A democracia prevaleceu”, disse Biden em seu discurso de posse, no qual pediu a “unidade” do país e prometeu ser o presidente de todos os americanos.

No discurso, o democrata ainda afirmou que irá defender a constituição, a democraria e os Estados Unidos. “Darei a vocês tudo o que posso a serviço do povo. Juntos, construiremos uma história de luz e não de sombras, de decência, de dignidade e de amor”, disse Biden.

Os Estados Unidos enfrentam “a ascensão do extremismo político, a supremacia branca, o terrorismo doméstico, que é algo que devemos enfrentar e que vamos derrotar”, disse Biden

Pouco antes do juramento de Biden, Kamala Harris foi empossada como a primeira vice-presidente dos Estados Unidos, tornando-se também a primeira pessoa negra de origem indiana a ocupar o cargo.

Harris, de 56 anos, prestou juramento com uma mão na Bíblia perante a progressista juíza da Suprema Corte Gloria Sotomayor, que foi a primeira latina a ser eleita magistrada do tribunal superior.

Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos (Foto: Saul Loeb/AFP)

Entre os juramentos, houve a apresentação das cantoras Lady Gaga, que cantou o hino dos Estados Unidos, e Jennifer Lopez.

*Com informações AFP

Continuar Lendo

Política

Eleitor que não votou no primeiro turno tem até quinta-feira para justificar voto

Justificativa para não votar deve ser feita pelo aplicativo e-Título. Para quem faltou no segundo turno, prazo vence em 28 de janeiro.

PortalPE10 com informações G1

Publicado

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2020 têm até 14 de janeiro para justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.

Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou por meio do Sistema Justifica. No caso de ausência no segundo turno, o prazo expira em 28 de janeiro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.

É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.

Prazos para justificativa

1º turno: 14 de janeiro.
2º turno: 28 de janeiro.
Download do e-Título
Android
iOS

Multa e consequências

O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação. A multa é de R$ 3,50 por turno.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidas, não justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votar, como analfabetos, maiores de 16 e menores de 18, e maiores de 70 anos.

Continuar Lendo

Entretenimento

Carlos Villagrán, o “Kiko” de Chaves, se candidata a governador no México

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local.

Redação PortalPE10

Publicado

Carlos Villagrán (Foto: Reprodução)

O ator Carlos Villagrán, mais conhecido como o Kiko, do seriado Chaves, anunciou sua tentativa de entrar no mundo da política, tornando-se pré-candidato a governador e também à prefeitura em Querétaro, no México.

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local, variando de quantidade de acordo com cada estado. O Partido Querétaro Independiente, ao qual Villagrán se filiou, deve decidir os candidatos finais até o próximo dia 8 de fevereiro.

“Depois de 50 anos fazendo as pessoas rirem, me encontro em outra plataforma, que me traz uma tremenda honra”, afirmou o ator durante coletiva de imprensa, segundo edição local da Forbes.

Em entrevista ao site ADN Informativo no último dia 8 de janeiro Connie Herrera Martínez, presidente do partido, comentou a candidatura de Kiko.

“Alguns tem lhe criticado muito por ser um ator, porém o homem é um extraordinário estudioso, comprometido, e sua profissão não implica que não tenha um conhecimento sólido a respeito das necessidades”, avaliou.

Recentemente, no último mês de abril, Carlos Villagrán chamou atenção por um discurso conspiracionista dado em entrevista à TV mexicana, em que chegou a alegar que “a covid-19 não existe”.

*Com informações Exame.

Continuar Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2013 - 2020 PortalPE10. Todos os direitos reservados.