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Cotidiano

TJPE reduz em R$ 120 mil indenização de Danilo Gentili por ofensas a doadora de leite

Humorista chamou pernambucana de ‘vaca’ e a comparou a ator pornô.

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Foto: Ederval Trajano / Acervo pessoal

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decidiu reduzir de R$ 200 mil para R$ 80 mil o valor da indenização por danos morais que o apresentador Danilo Gentilli, o comediante Marcelo Mansfield e a TV Bandeirantes devem pagar à técnica em enfermagem Michele Maximino, conhecida por já ter doado mais de 400 litros de leite materno. Alvo de ofensas constantes desde ter sido alvo de piadas no programa de TV ‘Agora é Tarde’, a pernambucana contou, em 2016, que mesmo três anos após o caso, recebia mensagens, fotos e ligações obscenas nas redes sociais.

A decisão saiu na quarta-feira (12) e foi motivada por uma ação impetrada depois da veiculação de piadas no programa “Agora é Tarde” em outubro de 2013, quando Danilo chamou a pernambucana de “vaca” e a comparou com o ator pornográfico Kid Bengala. No dia 13 de abril de 2016, a juíza Regina Célia de Albuquerque Maranhão, da 2ª Vara Cível de Olinda, que julgou o pedido procedente, em parte, determinando R$ 200 mil como condenação aos humoristas e à emissora de TV.

Após recurso impetrado pelos acusados, o TJPE decidiu diminuir o valor da indenização em R$ 120 mil. Segundo o marido de Michele, o professor Ederval Trajano, ainda em julho o casal deve recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça, última instância da Justiça.

“A decisão foi equivocada. Se a justiça tem caráter educativo, como evitar que o Danilo volte a atacar outra pessoa com uma indenização tão pequena? Os réus são rede bandeirantes, Danilo Gentili e Marcelo maesfield, R$ 80 mil dividido para os três é pouco mais de 26 mil, ferindo o princípio da razoabilidade do direito. Vamos recorrer ao STJ. Os advogados vão formular a apelação e vamos dar entrada ainda esse mês”, disse Ederval.

Segundo Ederval, a filha menor do casal, Mariana, nasceu prematura, aos 7 meses, e tinha previsão de passar 50 dias na UTI Neonatal. “Ela só passou 19 dias, devido à abundância do colostro, que é um leite muito rico em nutrientes e imunológico. A partir daí fizemos um pacto para doar a qualquer custo como uma forma de agradecer a Deus pela vida de nossa filha. Por isso que até hoje defendemos a amamentação e o aleitamento materno”, disse. O G1 tenta contato com os acusados.

Doações

Em fevereiro de 2014, Michele Maximino informou que ia se candidatar ao Guinness Book, para ser reconhecida como a maior doadora de leite materno do mundo. Atualmente, o título pertence à norte-americana Karen Merheb que, segundo o Livro dos Recordes, doou 421,2 litros a um banco de leite no Texas (EUA). A pernambucana alcançou a marca de 425,3 litros no fim de fevereiro, ao fazer uma doação de 5,48 litros ao Hospital Agamenon Magalhães, no Recife.

Michele Maximino decidiu ajudar bancos de leite do estado após o nascimento da filha. Além do Agamenon Magalhães, ela enviou o alimento para as maternidades Bandeira Filho, também na capital pernambucana, e Jesus Nazareno, no Agreste, que recebeu a maior quantidade: 387 litros.

Ainda em 2014, o casal e seus filhos deixaram o município de Quipapá, na Zona da Mata de Pernambuco, e se mudaram para o Grande Recife. Segundo eles, o motivo foi o fato de Michele ter virado “chacota” na cidade por causa da piada feita por Gentili. Michele afirmou que passou dias sem conseguir dormir, devido à maneira com que estava sendo tratada na rua, o que prejudicou a sua saúde e o volume das doações de leite.

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Cotidiano

Morre Lee Kun-hee, presidente da Samsung

De acordo com comunicado, Lee, que já estava hospitalizado em Seul, passou os últimos momentos ao lado dos familiares, incluindo seu filho Lee Jae-yong — que, com a doença do pai, lidera a Samsung.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

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O presidente da empesa de tecnologia Samsung, Lee Kun-hee, morreu aos 78 anos neste domingo (25) (horário local), informou a companhia da Coreia do Sul.

De acordo com comunicado, Lee, que já estava hospitalizado em Seul, passou os últimos momentos ao lado dos familiares, incluindo seu filho Lee Jae-yong — que, com a doença do pai, lidera a Samsung.

Não se sabe a causa da morte. Ele foi hospitalizado em Seul em maio de 2014, quando sofreu ataque cardíaco. Lee, então, recebeu um procedimento para evitar a geração de material tóxico nos vasos sanguíneos ao desacelerar o metabolismo. Na década de 1990, o magnata se recuperou de um câncer pulmonar.

“Todos nós na Samsung vamos celebrar sua memória e somos gratos pela jornada que compartilhamos com ele”, diz o texto.

Crescimento da empresa e problemas na Justiça

Nascido em 1942, Lee ajudou a transformar a pequena empresa de seu pai, Lee Byung-chull, no maior conglomerado sul-coreano. Desde que assumiu a liderança da companhia em 1987, ele acompanhou a transição da Samsung como fabricante de televisores rumo à maior produtora de smartphones e chips de memória.

Com isso, o magnata se tornou o homem mais rico da Coreia do Sul, com fortuna estimada em US$ 20,7 bilhões, segundo a Bloomberg.

Lee também se envolveu em problemas com a Justiça envolvendo pagamentos de propinas a ex-presidentes. Um deles, Lee Myung-bak, que governou a Coreia do Sul entre 2008 e 2013, foi condenado em 2018 a 15 anos de prisão por aceitar US$ 5,4 milhões de propinas da Samsung para conceder perdão ao chefe da empresa por sonegação de impostos.

Um dos filhos de Lee Kun-hee, Lee Jae-yong tomou o controle da empresa sem que o pai deixasse a presidência por causa da doença e também se envolveu em problemas na Justiça. O herdeiro foi condenado em 2017 a 5 anos de prisão por pagamento de propinas a outra ex-presidente, Park Geun-hye, que sofreu impeachment. Ele deixou a prisão no ano seguinte.

As relações de Lee com o poder da Coreia do Sul transformaram a Samsung em uma das maiores impulsionadoras do desenvolvimento econômico do país asiático: sozinha, a empresa de tecnologia responde por 20% do capital na maior bolsa de valores sul-coreana.

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Brasil

Mega-Sena, concurso 2.312: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 45 milhões

Veja também os números sorteados de mais cinco loterias.

Marcos Philipe Passos

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Mega-Sena – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.312 da Mega Sena sorteados neste sábado (24) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou, e o valor previsto para quem acertar as seis dezenas no próximo sorteio subiu para R$ 45 milhões. Veja também os números sorteados de mais cinco loterias.

A Mega-Semana da Sorte ofereceu uma chance extra ao apostador, com três sorteios: o primeiro realizado na terça-feira (20), o segundo, na quinta-feira (22), e o último ocorreu neste sábado (24).

Mega-Sena

Os número sorteados foram: 03 – 27 – 39 – 46 – 47 – 60.

A Quina teve 43 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 71.554,38.

A Quadra teve 3.773 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 1.164,98.

Quina

Os números sorteados foram: 27 – 32 – 44 – 46 – 49.

Timemania:

Os números sorteados da Timemania foram: 01, 10, 14, 25, 47, 48, 50.

Time do coração: 76 (Vila Nova – GO)

Lotofácil:

Os números sorteados da Lotofácil foram: 21-05-17-19-09-13-11-12-22-06-07-14-08-04-10.

Dupla Sena

Número do 1º Sorteio: 22 – 24 – 30 – 32 – 37 – 39.

Números do 2º Sorteio: 06 – 09 – 28 – 29 – 40 – 47.

Dia de Sorte

Os números sorteados foram: 05 – 10 – 21 – 25 – 26 – 29 – 31.

Mês da sorte: 04 (abril)

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Cotidiano

Em comício, Obama diz que Casa Branca errou na gestão da pandemia

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, atacou neste sábado (24) o atual presidente Donald Trump por sua gestão da pandemia da covid-19, durante um evento de campanha em apoio ao candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden.

“Oito meses após o início desta pandemia, o número de novos casos continua batendo recordes”, disse o ex-presidente durante um comício democrata realizado em Miami, na Flórida, dez dias antes das eleições de 3 de novembro.

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Diante de um público que chegou de carro para um comício realizado na modalidade “drive-in”, Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, criticou Trump por não ter um plano de combate à pandemia.

“Donald Trump não vai nos proteger agora, de improviso. Ele sequer é capaz de tomar as precauções mais elementares para se proteger”, disse ironicamente, três semanas após a hospitalização do presidente republicano, que contraiu o vírus.

“Ele sequer reconhece que há um problema”, continuou Obama, em resposta às declarações feitas neste sábado por Trump, que durante um comício na Carolina do Norte previu que, no dia seguinte à eleição, não se falará mais sobre a pandemia.

Este é o segundo ato em poucos dias em que Obama participa em apoio ao seu ex-vice-presidente.

Em Miami, Obama pediu a mobilização massiva do eleitorado democrata da Flórida, um estado-chave que o apoiou em 2008 e 2012, mas no qual Trump venceu em 2016.

“Você me escolheu duas vezes, Flórida. Agora peço que escolha Joe”, concluiu.

*Com informações AFP

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