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Brasil

Veladas vítimas de batida com 12 mortos em MG

Onze vítimas eram do Norte de Minas e estavam em uma van que, para desviar de um galho queimado na pista, acabou batendo de frente contra um caminhão que vinha no sentido contrário.

Marcelo Passos

Publicado

Acidente matou 12 pessoas em Pato de Minas — Foto: Arte-G1

Estão sendo velados e sepultados nesta segunda-feira (21) os corpos das vítimas de um acidente que matou 12 pessoas na BR-365 neste domingo (20). Entre os mortos, apenas uma das vítimas não era de origem do Norte de Minas Gerais.

As vítimas norte-mineiras estavam em uma van que seguia para Patrocínio, no Triângulo. Muitas delas iriam trabalhar na colheita de café.

A avó Elizabete e neto Victor, de 55 e 9 anos, estavam retornando para casa onde moravam, em Patrocínio. Os dois haviam passado alguns dias visitando familiares no Norte de Minas, incluindo a mãe do menino.

Em Januária, a 592 km da capital mineira, parentes e amigos se despedem de quatro das vítimas.

Os moradores da cidade também se despedem de João Pedro Martins, de 14 anos. O garoto estava a caminho de Patrocínio para rever os pais, que estavam trabalhando na colheita de café.

Segundo familiares, o pai de João Pedro estava no Triângulo Mineiro há alguns meses, e a mãe também foi trabalhar na colheita há cerca de 20 dias. Com saudade, o garoto estava na van para passar duas semanas com eles.

O acidente

A batida frontal entre o caminhão e a van foi registrada na madrugada deste domingo, no km 373 da BR-365, próximo ao local conhecido como “Curva dos Moreiras”, em Patos de Minas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a suspeita é que o motorista da van tentou desviar de uma árvore que caiu na pista por conta de uma queimada e atingiu o caminhão que estava no sentido contrário.

“A árvore na estrada pode ter sido o resultado de uma queimada às margens da rodovia. A base da árvore estava queimada, danificada pelo fogo. Ela caiu e bloqueou metade da pista de rolamento”, explicou o PRF João Alvarenga.

 

Brasil

Anvisa autoriza compra dos insumos para produção da vacina chinesa

O instituto só poderá aplicar a vacina se obtiver registro da agência. Caso não ocorra, todo o produto deverá ser destruído

PortalPE10 com informações G1

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Centro de testagem da Covid-19 – Foto: Américo Santos/SEI

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quarta-feira, 28, a importação de insumos chineses para fabricação, no Brasil, da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Por unanimidade, a diretoria da agência aprovou a importação de 120 bolsas com 200 litros cada do produto necessário.

“Essa era uma autorização que constava no processo que contemplava a vacina já pronta e também a matéria-prima. As vacinas já prontas já foram autorizadas e agora estamos autorizando a vinda para o Brasil de matéria-prima, que é claro terá todo o atesto de segurança do manuseio desse material assumido pelo próprio Instituto Butantan, que é claro tem condições para isso, para que possa ter o início os ajustes da fase de produção”, explicou o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o contra-almirante Antonio Barra Torres, em entrevista à CNN.

Apesar da autorização, a Anvisa impôs uma serie de condições ao Butantan para a compra da matéria-prima. O instituto será responsável pelo produto no Brasil e precisará seguir todas as normas de biossegurança. Além disso, ele só poderá aplicar a vacina se obtiver registro da Anvisa. Caso não ocorra, todo o produto deverá ser destruído.

A Anvisa levou mais de um mês para liberar a compra dos insumos, mesmo o Instituto Butantan tendo pedido urgência na questão. Desde a semana passada, o presidente do instituto, Dimas Covas, vem cobrando a agência. Nesta quarta-feira, ele falou sobre o atraso no cronograma da produção da CoronaVac, justamente por causa da demora da Anvisa em liberar a compra da matéria-prima.

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Brasil

Quase 11 mil candidatos com patrimônio superior a R$ 300 mil receberam o auxílio emergencial

Deste total, de acordo com o levantamento da cortes de contas, 1.320 candidatos têm bens que somam mais de R$ 1 milhão.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou quase 11 mil candidatos que declararam à Justiça Eleitoral serem donos de patrimônio superior a R$ 300 mil e que receberam o auxílio emergencial.

Deste total, de acordo com o levantamento da cortes de contas, 1.320 candidatos têm bens que somam mais de R$ 1 milhão.

O auxílio de R$ 600 mensais foi criado pelo governo federal como política de enfrentamento da crise financeira decorrente da pandemia do coronavírus.

As informações foram apresentadas nesta quarta-feira (28) durante sessão de julgamento do TCU pelo relator da matéria, ministro Bruno Dantas. A análise foi feita a partir de uma representação do Ministério Público de Contas.

“É de causar perplexidade imaginar que uma pessoa que tenha patrimônio dessa monta e, mesmo assim, se disponha a solicitar o recebimento de auxílio emergencial possa vir a ser eleito e gerir a coisa pública e a vida da comunidade”, disse Dantas.

A conclusão dos técnicos do tribunal é a de que os achados de auditoria “representam indícios de irregularidade que devem ser avaliados pelo gestor na concessão ou manutenção do auxílio emergencial residual”. O valor residual foi fixado em R$ 300 mensais.

Como proposta de encaminhamento, aprovada pelo plenário, o ministro recomendou ao Ministério da Cidadania que revise os benefícios e indique providências e controles internos a serem adotados sobre as irregularidades identificadas.

O assunto será levado pelo TCU também ao conhecimento do MPF (Ministério Público Federal) e da PGE (Procuradoria-Geral Eleitoral), para análise e eventual adoção de medidas nas searas criminal, administrativa e eleitoral.

Os R$ 300 mil foram usados como parâmetro pelos auditores do TCU porque a medida provisória com regras para o pagamento do auxílio fixou como um dos requisitos ter até R$ 300 mil em bens declarados em 31 de dezembro de 2019.

A pesquisa revelou 5.873 candidatos têm patrimônio de R$ 300 mil a R$ 500 mil; 2.525 candidatos, de R$ 500 mil a 750 mil; 1;006 candidatos, de R$ 750 mil a R$ 1 milhão; e 1.320 candidatos, superior a R$ 1 milhão.

A auditoria apontou também que 321 candidatos estão inscritos no Bolsa Família e também têm alto patrimônio. Desse total, 59 têm mais de R$ 1 milhão em bens declarados à Justiça Eleitoral.

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Brasil

Brasil tem 158,4 mil mortes por Covid-19 desde início da pandemia

Do total de infectados, 4.934.548 pessoas (90,2%) se recuperaram da doença.

Marcos Philipe Passos

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Teste rápido da Covid-19 - (Foto: Breno Esaki/Agência Saúde)

Teste rápido da Covid-19 – (Foto: Breno Esaki/Agência Saúde)

O balanço divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde (MS) mostra 28.629 novos casos de Covid-19 em 24 horas. Agora são 5.468.270 de casos desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas 510 novas mortes, totalizando 158.456 óbitos. Do total de infectados, 4.934.548 pessoas (90,2%) se recuperaram da doença.

O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

Covid-19 nos estados

São Paulo chegou a 1.103.582 de pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no País são Minas Gerais (353.311) e Bahia (349.711). Já o Acre tem o menor número de casos (30.545), seguido de Amapá (51.523) e Roraima (56.469).

São Paulo também lidera o número de pessoas que morreram por complicações da Covid-19, com 39.007 mortes. Rio de Janeiro (20.376) e Ceará (9.325) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (691), Roraima (692) e Amapá (744).

(Foto: Divulgação/Ministério da Saúde)

(Foto: Divulgação/Ministério da Saúde)

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