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Vídeo:Em parto humanizado, homem trans dá à luz uma menina; assista

Homem trans, Danny dá à luz Wilder Lea em parto humanizado

PortalPE10 com informações UOL

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O influencer e pai trans norte-americano Danny Wakefield, que ficou famoso por mostrar nos últimos dez anos a sua transição de gênero de feminino para masculino na web, deu à luz sua primeira filha, Wilder Lea, no último sábado (28).

Com parto humanizado em sua casa, ele contou com a ajuda da parteira e de sua mãe, que o acompanhou no momento, feito dentro de uma piscina. Em seu Instagram, ele divulgou fotos e vídeos sobre o parto.

“Nunca me senti com tanto poder e orgulho em toda a minha vida. É a coisa mais épica que já fiz. Que time incrível tive neste parto”, elogiou ele, que também divulgou seus primeiros cliques com a filhota.

“O momento em que ouvi seu primeiro suspiro vai ficar pra sempre gravado em meu coração. Minha vida mudou para sempre”, descreveu ele, que também divulgou vídeos, tanto um resumo de toda a gravidez até os primeiros momentos como pai.

“Vocês todos falavam a verdade: este foi o momento mais incrível da minha vida. Mal posso esperar para dividir todos os detalhes dessa experiência mas, por enquanto, vou ficar admirando minha bebê”, ainda escreveu o papai coruja.

Em seu último post antes do parto, Danny exibiu o barrigão e deu um resumo sobre a aventura da gravidez. “Gosto de barrigão e não posso mentir! Esta bebê ainda está no forninho, mas tudo bem. Quando eu olho para baixo, para esta minha barriga, eu nunca vi uma beleza como essa em meu corpo antes. A gravidez me deu a permissão de que precisei durante toda a minha vida para amar meu corpo no nível que minha alma sente. Eu nunca esperei amar minha barriga grande de forma tão evidente e, quanto mais perto eu fico de conhecer, Wilder, maior fica o amor e parte de mim não quer que acabe nunca”, começou ele.

 

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Cotidiano

Após 14 dias, equipes resgatam 11 mineiros soterrados na China

Pelo menos 22 ficaram presos após desabamento em 10 de janeiro. Autoridades confirmaram uma morte.

PortalPE10 com informações G1

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Grupo de mineiros está preso em uma mina de ouro que desabou em Qixia, no leste da China, em foto de 22 de janeiro de 2021 — (Foto: Aly Song/Reuters)

Equipes chinesas resgataram, na manhã deste domingo (24), 11 mineiros que estavam presos há 14 dias após uma explosão subterrânea em Qixia. Segundo a imprensa local, ao menos um dos funcionários teve ferimentos.

O primeiro mineiro retirado estava extremamente fraco. De acordo com informações da Reuters, equipes de resgate envolveram o homem em um cobertor antes de levá-lo ao hospital de ambulância.

Mais tarde, outros dez mineiros foram retirados de uma seção diferente da mina, que estava recebendo alimentos e suprimentos. Um deles estava ferido, mas os demais foram vistos caminhando, apoiados pela equipe de resgate. Todos receberão atendimento.

Pelo menos 22 trabalhadores ficaram presos após um desabamento em 10 de janeiro. Até o momento, autoridades confirmaram uma morte.

As autoridades enviaram mantimentos e remédios para os mineiros presos em uma operação que mobiliza mais de 500 agentes de grupos de resgate da China. Além de água e comida, os socorristas enviaram também um bilhete dizendo: “Esperamos por vocês, fiquem firmes!”.

A operação de resgate demorou para começar porque as autoridades da região tentaram conter a divulgação do acidente. O chefe local do Partido Comunista e o prefeito da cidade de Qixia foram responsabilizados e demitidos.

Os acidentes de mineração são frequentes na China, por conta das precárias medidas de segurança e ao descumprimento das normas. Apenas no ano passado, 573 mortes relacionadas a acidentes em minas foram registradas na China, segundo a Administração Nacional de Segurança em Minas.

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Cotidiano

OMS afirma ser cedo demais para determinar origem do coronavírus

“É muito cedo para tirar quaisquer conclusões, mas sentimos que estamos fazendo alguns progressos e esperamos continuar assim pelo bem da saúde pública e do futuro”.

Redação PortalPE10

Publicado

(Foto: Boris SV/Getty Images)

(Foto: Boris SV/Getty Images)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (22) que é muito cedo para tirar conclusões sobre se a covid-19 teve origem na China, país ao qual enviou uma missão de investigação.

“Todas as hipóteses estão sobre a mesa. É claramente muito cedo para se chegar a uma conclusão sobre onde esse vírus nasceu, seja na China ou fora da China”, explicou Michael Ryan, diretor responsável por emergências de saúde da OMS durante coletiva de imprensa em Genebra.

“Existem diferentes observações científicas em diferentes partes do mundo”, acrescentou. “É um grande quebra-cabeça e você não pode ter uma imagem ampla olhando apenas para uma das 10.000 peças de um quebra-cabeça”.

Uma equipe de especialistas da OMS chegou a Wuhan em 14 de janeiro para investigar as origens do novo coronavírus, cujos primeiros casos foram detectados no final de 2019 nesta cidade da China central.

Após a chegada, os membros da missão foram transferidos para um hotel para uma quarentena de duas semanas. Desde então, trabalham remotamente e, quando a quarentena terminar, poderão ir a campo e encontrar seus contatos chineses.

A China afirmou várias vezes que o coronavírus surgiu fora de suas fronteiras.

Até agora, a covid-19 matou mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo, infectou dezenas de milhões e causou estragos na economia global.

“Nossa equipe está no campo, o trabalho com nossos colegas chineses está indo bem. Analisamos os dados”, disse Ryan.

“É muito cedo para tirar quaisquer conclusões, mas sentimos que estamos fazendo alguns progressos e esperamos continuar assim pelo bem da saúde pública e do futuro”.

*Com informações AFP.

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Mundo

Menina de 10 anos morre asfixiada na Itália ao participar de desafio no TikTok

PortalPE10 com informações G1

Publicado

Uma menina italiana de 10 anos morreu asfixiada na quarta-feira (20) em Palermo (Sicília, sul da Itália), enquanto participava de um desafio viral proposto pela rede social TikTok, informou a imprensa italiana nesta sexta-feira (22).

Antonella, que participou do chamado “desafio do apagão”, no banheiro de sua casa, colocou um cinto no pescoço com o objetivo de ficar sem respirar o maior tempo possível, equanto gravava a cena com seu celular.

A irmã, de 5 anos, encontrou o corpo inconsciente. Antonella foi levada pelos pais ao Hospital Infantil de Palermo, mas não sobreviveu.

“Blackout challenge” é o desafio proposto que consiste em que as crianças interrompam a respiração até desmaiar e, com isso, experimentar fortes sensações. Todo ano provoca acidentes, alguns fatais.

Os pais contaram ao jornal La Repubblica que outra irmã, de 9 anos, foi quem lhes explicou o ocorrido: “Antonella estava jogando o jogo da asfixia”.

“Não sabíamos de nada”, confessou o pai da menina ao jornal. “Só sabia que Antonella entrava no TikTok para ver vídeos. Como imaginar essa atrocidade?”, se questionou desesperado.

“A minha filha, minha pequena Antonella, morreu em um jogo extremo do TikTok, não consigo aceitar isso!”, acrescentou Angelo Sicomero, que junto à esposa decidiu doar os órgãos da filha para que “outras crianças possam viver graças a ela”.

A Promotoria de Palermo abriu uma investigação por “incitação ao suicídio”.

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