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Cotidiano

Voo que fez pouso de emergência chega ao Recife

Avião precisou fazer um pouso preventivo na Ilha de Sal, em Cabo Verde, na África

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Líbia Florentino/LeiaJáImagens

A chegada inicial do avião no Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre estava programada para às 21h15 desse domingo (9). Mas devido à perda de óleo em um dos motores a aeronave pousou em Cabo Verde, na África.

O Airbus da empresa Transportes Aéreos Portugueses (TAP), que fazia o voo Lisboa-Recife e precisou pousar de forma preventiva em Cabo Verde, aterrissou às 12h10 desta segunda-feira (10) na capital pernambucana. Tanto os passageiros, quanto quem aguardava familiares e amigos no saguão, estavam bastante emocionados.

Já em solo brasileiro, os passageiros estavam muito emocionados. A estudante Julia Leal, de 21 anos, conta que ficou muito preocupada quando soube da aterrissagem de emergência. “Eu só pensava nos meus pais que estavam aqui. Dessa viagem a melhor parte foi pisar no Recife”, desabafou.

Líbia Florentino/LeiaJáImagens

Lucia Camarotti, 54, aguardava ansiosa no saguão o filho que também estava no voo 011 da TAP. “Fiquei louca quando soube que o avião faria uma pausa e mais preocupada porque não conseguia falar com ele. Todas as informações que eu obtive foi através da internet”, afirmou.

No avião também estava o senador Jarbas Vasconcelos. Segundo ele, o comandante da aeronave avisou que por conta de um vento contra a direção do avião uma turbina foi danificada. Jarbas criticou o serviço disponibilizado pela empresa. “Foi muito complicado, mas deu tudo certo. O hotel estava cheio de muriçocas, muito desconfortável. Estou muito feliz de já estar em casa”. 

O arquiteto Zezinho Santos também era um dos passageiros do voo. “Estou muito satisfeito com o serviço da TAP. A tripulação tratou todos os passageiros muito bem e soube nos tranquilizar”. 

Ainda na noite de ontem, o voo que seguiria de Recife para Lisboa, às 23h, também foi cancelado por conta do imprevisto. Ele está programado para decolar às 13h40 de hoje. Os passageiros foram acomodados em hotéis, com as despesas custeadas pela empresa aérea, assim como ocorreu em Cabo Verde. 

Segundo informações divulgadas no site da TAP, o modelo do Airbus, A330, tem capacidade inicial para 263 passageiros e é o modelo mais recente de avião adquirido pela linha aérea.

Malásia – Na madrugada do último sábado (8), o Boeing 777 da Malaysia Airlines desapareceu. O avião que transportava 239 pessoas decolou de Kuala Lumpur e deveria aterrissar em Pequim. O sinal no radar da Malásia foi perdido uma hora depois da decolagem. Até o momento, nenhuma peça da aeronave foi localizada.

Com informações Leiajá

 

 

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Brasil

Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram contra a Covid

País já vacinou mais de 700 mil pessoas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.

De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.

Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18.

*Com informações Pleno.News

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Brasil

São Paulo confirma três casos de variante da Covid vinda do Amazonas

Nova cepa do vírus surgiu em Manaus em dezembro e vem se disseminando rapidamente pela capital amazonense.

Redação PortalPE10

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Com 48 horas de infecção, células começam a apresentar prolongamento que pode contribuir com o avanço da Covid; em azul, as partículas virais — Foto: LMMV/IOC/Fiocruz, LVRS/IOC/Fiocruz e Nulam/Inmetro

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (26), três casos importados de Covid-19 no Estado causados pela nova variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus.

Esses são os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas. De acordo com a secretaria, a confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, que é referência nacional e vinculado à pasta estadual.

– O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram Covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus – disse a pasta, em nota.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B 1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

– Essas mutações poderiam estar associadas a um maior potencial de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta ou transmissível em comparação a outras previamente identificadas – informou a secretaria.

Outra mutação que causa preocupação é a E484K, já associada em estudos a um potencial de escapar de anticorpos, o que pode favorecer reinfecções e até afetar a eficácia de vacinas. Novas pesquisas estão sendo feitas para determinar se a variante brasileira e as demais são mais contagiosas, letais ou se afetariam o desempenho dos imunizantes.

Os sequenciamentos realizados pelo Lutz foram depositados no banco de dados online e mundial Gisaid (Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza). De acordo com a secretaria, eles têm alta qualidade e confiabilidade, correspondendo a 99,9% do genoma do vírus.

*Com informações Estadão.

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Brasil

TCU ‘manda’ Pazuello explicar distribuição de cloroquina

Para o ministro Benjamin Zymler, do órgão, medicamento só poderia ser fornecido pelo SUS com autorização da Anvisa.

Redação PortalPE10

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Eduardo Pazuello – (Foto: Fabio Rodrigues Pozzembom/Agência Brasil)

O Ministério da Saúde tem cinco dias para prestar informações ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o uso de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) na distribuição de cloroquina e hidroxicloroquina para tratar pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.

A ordem partiu do ministro Benjamin Zymler na última sexta-feira (22), depois que uma auditoria feita pela área técnica do tribunal apontou uma ilegalidade no custeio dos remédios para uso contra a Covid-19.

No despacho, o ministro do TCU afirma que os remédios só poderiam ter sido fornecidos pelo SUS para tratar a doença se houvesse autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou de autoridades sanitárias estrangeiras.

A prescrição dos fármacos contra a Covid-19 é rejeitada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

“Verifica-se não haver amparo legal para a utilização de recursos do SUS para o fornecimento desses medicamentos com essa finalidade”, aponta um trecho do ofício.

Na avaliação do ministro, os esclarecimentos devem ser prestados após uma “mudança do discurso” de Pazuello. O general afirmou que a pasta nunca orientou o ‘tratamento precoce’ e sim o ‘atendimento precoce’ dos pacientes.

– Nunca indiquei medicamentos a ninguém. Nunca autorizei o Ministério da Saúde a fazer protocolos indicando medicamentos – disse no último dia 18.

Segundo observou Zymler, a posição é ‘contraditória’ em relação a orientações e documentos emitidos pelo próprio Ministério da Saúde.

O ministro do TCU também pediu explicações sobre o aplicativo TrateCOV, lançado pelo governo federal para agilizar o diagnóstico da Covid-19. O tribunal quer a indicação dos responsáveis pela plataforma, a descrição do funcionamento, a ‘base médico-científica’ para uso e se está prevista sua reativação.

O aplicativo, que recomendava antibióticos, cloroquina e ivermectina até para bebês, foi tirado do ar na quinta-feira (21). Um dia depois, o Ministério Público Federal (MPF) abriu uma frente de apuração sobre o sistema.

*Com informações Estadão

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